domingo, 27 de janeiro de 2013


O Natal Perdido na Mata
Num dia de Natal, eu fui à mata porque não tinha um pinheiro de natal.
Quando estava na mata e para não me perder, marquei o chão com as minhas pegadas, mas começou a nevar e a neve tapou-as. Sem as pegadas perdi-me e para passar a noite tive de procurar uma gruta.
Na gruta comecei a chorar porque pensava que o natal tinha acabado. A manhã chegou e já sem chorar, saí da gruta e para minha sorte, encontrei lobos que me começaram a seguir. Agora, já não estava com medo de perder o Natal porque tinha medo de ser comido pelos lobos. De repente, enquanto estava a correr, um macaco salvou-me da boca de um lobo. Para minha sorte, o macaco tentou-me comer, mesmo quando lhe disse que não era uma banana e que os macacos não devem comer pessoas.
O bom macaco acabou por aceitar a minha oferta, porque eu disse-lhe que tinha um cesto de bananas em casa. Comecei a andar e assobiar para o chamar, mas lembrei que ele não era um cão e com os meus assobios poderia voltar a chamar os lobos.
Com esta aventura toda, acabei por me esquecer do pinheiro e só me lembrei quando estava a chegar a casa. Para não termos de andar tudo outra vez, fui buscar um mapa mágico. Este mapa permite-nos voltar aos sítios que já tínhamos visitado antes e assim, num abrir e fechar de olhos fui buscar o pinheiro. Em casa deixei um macaco e um cesto de bananas.
Ao voltar a casa, o cesto estava vazio e a janela aberta. No vidro da janela, o macaco escreveu obrigada e feliz natal!
Adorei conhecer aquele macaquinho!
 

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