O Natal Perdido na Mata
Num
dia de Natal, eu fui à mata porque não tinha um pinheiro de natal.
Quando
estava na mata e para não me perder, marquei o chão com as minhas pegadas, mas
começou a nevar e a neve tapou-as. Sem as pegadas perdi-me e para passar a
noite tive de procurar uma gruta.
Na
gruta comecei a chorar porque pensava que o natal tinha acabado. A manhã chegou
e já sem chorar, saí da gruta e para minha sorte, encontrei lobos que me
começaram a seguir. Agora, já não estava com medo de perder o Natal porque
tinha medo de ser comido pelos lobos. De repente, enquanto estava a correr, um
macaco salvou-me da boca de um lobo. Para minha sorte, o macaco tentou-me
comer, mesmo quando lhe disse que não era uma banana e que os macacos não devem
comer pessoas.
O
bom macaco acabou por aceitar a minha oferta, porque eu disse-lhe que tinha um
cesto de bananas em casa. Comecei a andar e assobiar para o chamar, mas lembrei
que ele não era um cão e com os meus assobios poderia voltar a chamar os lobos.
Com
esta aventura toda, acabei por me esquecer do pinheiro e só me lembrei quando
estava a chegar a casa. Para não termos de andar tudo outra vez, fui buscar um
mapa mágico. Este mapa permite-nos voltar aos sítios que já tínhamos visitado
antes e assim, num abrir e fechar de olhos fui buscar o pinheiro. Em casa
deixei um macaco e um cesto de bananas.
Ao
voltar a casa, o cesto estava vazio e a janela aberta. No vidro da janela, o
macaco escreveu obrigada e feliz natal!
Adorei conhecer aquele macaquinho!
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